PATHOS

Revista Brasileira de Práticas Públicas e Psicopatologia – ISSN 2447-6137

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Relato de uma migrante-psicanalista na Austrália: Por uma clínica antirracista

A migrant psychanalyst’s journey in Australia:
Towards an anti-racist clinic

Relato de una migrant-psicoanalista en Australia:
Hacia una clínica antirracista

Keila Máximo dos Reis

DOI: https://dx.doi.org/10.59068/24476137clinicaantirracista

Palavras-chave: migrante, psicanálise, clínica antirracista.

Resumo

Encontrar-me com o pensamento de Neusinha foi um grande alívio e escureceu meu processo de subjetivação, que por vezes eu achava estar claro. De fato, estava em um tom que rubricava as páginas das cartas negadas sem justificativas, como se alguém passasse os olhos rapidamente na documentação de uma psicóloga que possuía um visto provisório aprovado, mas considerada indigna dessa atuação profissional, cabendo a ela, somente, trabalhos subalternos. .

Referências

Reis. K. M. (2021). O estrangeiro: nossa condição. In N. S. Souza (Org.), Tornar-se negro ou As vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social. (pp. 121-130). Zahar.

Como citar

Reis, K.M. (2026). Relato de uma migrante psicanalista na Austrália: por uma clínica antirracista. Pathos: Revista Brasileira de Práticas Públicas e Psicopatologia, v. 12, n.1, 158-167. https://dx.doi.org/10.59068/24476137clinicaantirracista

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